UM SOLO PARA A SOCIEDADE

Concebida a partir do monólogo O Contrabaixo, de Patrick Suskind, nesta nova criação, os coreógrafos António Cabrita e São Castro, da Companhia Paulo Ribeiro, pretendem explorar a metáfora estabelecida entre a hierarquia de uma orquestra e a organização da sociedade. 

Em Um solo para a Sociedade, os dois coreógrafos procuram aprofundar a reflexão sobre como as pessoas ocupam um território comum, abordando problemáticas que norteiam a condição humana, tais como o amor, a liberdade, a escolha, a identidade; ampliando o gesto como movimento elaborado e exteriorizado dessa reflexão. O confronto do eu e dos outros, do barulho e do silêncio, em som visível no corpo. 

Um solo diante da sociedade, o público. Um público que observa o indivíduo, um intérprete que observa a sociedade.

Conceito São Castro
Coreografia, desenho de luz e figurinos António Cabrita e São Castro 
Música original São Castro
Música adicional Daniel Bjarnason, Hildur Gudnadóttir, Jean Sibelius, Jean-Baptiste Lully 
Interpretação Miguel Santos 
Agradecimentos Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão –Viseu 
Produção Companhia Paulo Ribeiro 
Coprodução Teatro Vi

WEBSITE  PROGRAMAÇÃO E DESIGN : ANTONIO CABRITA            FOTOGRAFIAS : SUSANA PEREIRA | CARLOS PERIRA | K. DILGER | AUGUSTO CABRITA | PATRICE ALMEIDA | RUI APOLINÁRIO