São Castro

Iniciou a sua formação em dança no Balleteatro Escola Profissional de Dança e de Teatro do Porto (1995-1998); e, em 2002, concluiu a sua licenciatura em Dança pela Escola Superior de Dança, do Instituto Politécnico de Lisboa.

O seu percurso na interpretação iniciou-se no Balleteatro Companhia, entre 1997 e 1999; tendo passado, posteriormente, pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (entre 2001 e 2004), pelo Ballet Gulbenkian (2004/2005) e pela Companhia Instável (2012). Enquanto intérprete trabalhou com coreógrafos como Né Barros, Isabel Barros, Rui Lopes Graça, Benvindo Fonseca, Sofia Silva, Vasco Wellenkamp, Paulo Ribeiro, Hofesh Shechter, Olga Roriz, Clara Andermatt, André Mesquita, Tânia Carvalho, Luís Marrafa, entre outros.


Em 2009, iniciou-se na coreografia com a criação do solo “aTempo” e, nos anos seguintes, coreografou para a Companhia de Dança do Algarve; para a Escola de Dança do Conservatório Nacional, com apresentação no International Youth "Festival Expression" (Grécia); Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo; Projecto Quorum e Companhia de Dança de Almada (2016).


Entre 2011 e 2016, desenvolveu em colaboração com o coreógrafo e bailarino António M Cabrita o projeto |acsc|. Em 2015, os dois coreógrafos foram distinguidos com o "Prémio Autores" da Sociedade Portuguesa de Autores na categoria "Melhor Coreografia" com a peça “Play False” e nomeados, em 2016 e 2017 com as peças “Tábua Rasa” e “Turbulência”, ambas em cocriação com Henriett Ventura e Xavier Carmo, numa coprodução entre a Companhia Nacional de Bailado e a Vo’Arte. A peça intitulada “Rule of Thirds”, estreada em abril de 2016, foi considerada pelo jornal "Público" como um dos melhores espetáculos de Dança deste ano. Foi distinguida pelo Instituto Politécnico de Lisboa com a "Medalha de Prata de Valor e Distinção" (2016). Em 2017, a convite de Luísa Taveira, São Castro e António Cabrita criaram “Dido e Eneias” para a Companhia Nacional de Bailado.

Foi recentemente convidada pelo Município de São João da Madeira, no âmbito comemorativo do "Dia Mundial da Dança", para fazer a curadoria do evento “A cidade dança“.

São Castro e António M Cabrita são, atualmente, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro. A primeira peça que criaram enquanto diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, “Um Solo para a Sociedade” estreou em junho de 2017. Em 2018, estrearam “Box 2.0 – Instalação Holográfica”. E, em 2019, depois da colaboração em “Todos, Alguém, Qualquer Um, Ninguém”, de Luiz Antunes; estrearam em setembro "LAST", peça para 5 bailarinos com música ao vivo pelo Quarteto de Cordas de Matozinhos, tendo sido também no mesmo ano convidados, pelo Théâtre de la Mezzanine (França) a assumir a direção coreográfica da ópera "Orphée et Eurydice" com encenação de Dennis Chabroullet.

Preparam-se para estrear em novembro de 2020, no Teatro Viriato, uma nova criação, intitulada "Sinais de Pausa", um dueto, coreografado pelos próprios, que marca o regresso dos coreógrafos/bailarinos São Castro e António M Cabrita à interpretação.

António M Cabrita

Licenciado pela Escola Superior de Dança, do Instituto Politécnico de Lisboa (2008), António M Cabrita é diplomado pela Escola de Dança do Conservatório Nacional (2000), estudou dança no Joffrey Ballet School em Nova Iorque (2001). Paralelamente à sua formação em Dança, teve formação em cinema na New York Film Academy (2001) tendo também o curso de Criatividade Publicitária pela  Restart, Lisboa (2006).

Como bailarino trabalhou com coreógrafos como Rui Horta, Né Barros, Silke Z., António Tavares, Tânia Carvalho, Ana Rita Barata, Pedro Ramos, Felix Lozano, Paulo Ribeiro e Luís Marrafa, entre outros. Participou em projetos e festivais tais como o projeto "Colina"; "Repérages"; "Festival Temps D’Image"; "Festival In Shadow"; "New Age, New Time". Foi protagonista como actor na curta metragem “Dido e Eneias “ de Filipe Martins produzida pelo Balleteatro. Entre 2007 e 2015 foi artista residente na companhia alemã SilkeZ./Resistdance, onde destaca a peça "Private Spaces" que ganhou o prémio de Dança de Colónia em 2008. António M Cabrita iniciou-se na coreografia, em 2009, com a criação do projeto "To Fail". Em 2014, foi nomeado como coautor da peça "Abstand" do coreógrafo Luís Marrafa para o "Prémio Autores" da Sociedade Portuguesa de Autores, na categoria "Melhor Coreografia".

Entre 2011 e 2016, desenvolveu em colaboração com a coreógrafa e bailarina São Castro o projeto |acsc|. Em 2015, os dois coreógrafos foram distinguidos com o "Prémio Autores" da Sociedade Portuguesa de Autores na categoria "Melhor Coreografia" com a peça "Play False" e nomeados, em 2016 e 2017 com as peças "Tábua Rasa" e "Turbulência", ambas em cocriação com Henriett Ventura e Xavier Carmo, numa coprodução entre a Companhia Nacional de Bailado e a Vo’Arte. A peça intitulada "Rule of Thirds", estreada em abril 2016, foi considerada pelo jornal "Público" como um dos "Melhores Espetáculos de Dança" deste ano. Foi distinguido pelo Instituto Politécnico de Lisboa com a "Medalha de Prata de Valor e Distinção" (2016). Em 2017, a convite de Luísa Taveira, António M Cabrita e São Castro criaram "Dido e Eneias" para a Companhia Nacional de Bailado.

António M Cabrita e São Castro são, atualmente, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro. A primeira peça que criaram enquanto diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, "Um Solo para a Sociedade", estreou em junho de 2017. Em 2018, estrearam "Box 2.0 – Instalação Holográfica". E, em 2019, além da colaboração em "Todos, Alguém, Qualquer Um, Ninguém", de Luiz Antunes; estrearam em setembro "LAST", peça para 5 bailarinos com música ao vivo pelo Quarteto de Cordas de Matozinhos, tendo sido também no mesmo ano convidados, pelo Théâtre de la Mezzanine (França) a assumir a direção coreográfica da ópera "Orphée et Eurydice" com encenação de Dennis Chabroullet.

Preparam-se para estrear em novembro de 2020, no Teatro Viriato, uma nova criação, intitulada "Sinais de Pausa", um dueto, coreografado pelos próprios, que marca o regresso dos coreógrafos/bailarinos António M Cabrita e São Castro à interpretação.

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